É HORA DE A CONFEITARIA BRASILEIRA CRESCER (COM UM SORRISO DOCE E INTERNACIONAL!

 


Chegou a hora da confeitaria brasileira tirar as fraldas e dar um salto – com aquele sorrisão açucarado que só nós temos! No Brasil, temos confeiteiros e confeiteiras que brilham no cenário internacional como bolos recém-glaceados ou confiseurs, mas a maioria? Ainda tá brincando na piscina de leite condensado. 

Vamos dar uma risada juntos e, com carinho, pensar em como dar um toque de classe global à nossa confeitaria – sem magoar ninguém, mas com um empurrãozinho para entrar na liga dos campeões.


Imagina só: 
nossas confeitarias e confeiteiros parecem uma festa de criança que nunca acaba. Brigadeiros, pudins, chantininho, beijinhos, pavês e leite condensado em todas as formas possíveis – é quase como se nossos doces não precisassem de dentes, só de uma colher e um “hummm, delícia!”. Isso é superaconchegante, claro, mas tá na hora de também trazer um macaron crocante, nozes caramelizado ou uma torta delicada que faça não só a vizinhança, mas também Paris ou Viena babarem de inveja.

E a linguagem? 
“Meu docinho”, “meu açúcarzinho”, “bom dia, bom dia, bom dia!” – parece um jardim de infância cheio de alegria, e isso é parte do nosso charme brasileiro. Mas, vamos combinar: se um médico chamasse o paciente de “meu pacientinho” ou um engenheiro falasse “minha pontinha”, a gente ia franzir a testa. Por que não trazer um pouco da linguagem técnica internacional pra nossa confeitaria? Termos como “couverture”, “pâte à choux” ou “pré- cristalização” não são só chiques, mas também nos colocam na mesa global da confeitaria.

Na formação, então? 
Às vezes, os professores tratam os alunos como se eles ainda brincassem com bloquinhos de montar, em vez de formá-los como mestres confeiteiros de nível mundial. Vamos incentivar os alunos a experimentarem técnicas internacionais, quem sabe uma mousse com frutas exóticas ou uma torta com aquele toque brasileiro, mas com a precisão de Paris e Viena?

E sim, a indústria adora nos mandar pastas prontas e misturinhas mágicas – prático, mas às vezes parece um chupetão para a confeitaria. Que tal valorizarmos o artesanato e, além do amado brigadeiro, ousarmos com algo que mostre nosso talento? Vamos mostra os dentes! Não porque os produtos prontos sejam vilões, mas porque o Brasil tem potencial, imaginação e criatividade pra muito mais que “rápido e doce”.

A confeitaria brasileira é como uma samba animado 
– e isso deve continuar! Mas que tal, além do samba, dançarmos um tango elegante, um chanção da França? Com um pouco mais de padrões internacionais, linguagem técnica e um toque de sofisticação artesanal, podemos encantar o mundo não só com nosso calor humano, mas também com uma confeitaria de tirar o fôlego. E aí, pronto pra conquistar o mundo com um brigadeiro na mão e uma obra-prima no forno?

O que você acha disso?

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